Niterói – RJ
Postado em 7 dezembro 2011 por admin – 1 ComentárioBoa noite! Existem muitos sites que falam de Niterói, então eu não vou ser redundante. Eu sei que eu vim para cá em 1954 e não sai mais. A minha infância foi na Rua Cinco de Julho no bairro de Santa Rosa. Joguei muita bola de gude, empinei muita pipa e participei de outras atividades nas ruas do bairro. No verão as famílias colocavam as cadeiras em frente as suas casas para um bate papo com os vizinhos. Muitas ruas eram de terra e as brincadeiras ficavam mais interessantes ainda. Passava um carro uma vez ou outra, permitindo os jogos de bola sem problemas. Niterói era provinciana. A ligação com o Rio de Janeiro era feito por barcas, tanto para as pessoas como para carros. Demorava tempo suficiente para frear a vida e apreciar a Baia da Guanabara. Nos finais de semana frequentávamos a praia de Icaraí, fazíamos piquenique na praia da Boa Viagem e de noite íamos passear no campo de São Bento ou curtir um cinema. A vida em Niterói era bem lenta e muito diferente do Rio de Janeiro. Aos dezessete anos fiz parte de um grupo de rock que durou três anos, entre 1967 e 1970. Nesse período, em cada esquina tinha um grupo ensaiando os primeiros acordes. Eram muitas domingueiras em vários clubes espalhados pela cidade. Era muito bom. Em 4 de março de 1974 foi inaugurada a Ponte Rio/Niterói, ou melhor, Ponte Costa e Silva. Daí por diante as coisas mudaram. A cidade com o tempo passou a fazer parte do ritmo de vida da cidade vizinha. As velhas casas deram lugar aos prédios, o comércio cresceu, muitas famílias se mudaram para cá, o número de carros aumentou e Niterói cresceu e ainda cresce bastante. A região oceânica, que até 1960 não era muito habitada, hoje está cheia de casas e com um comércio próprio. Enfim, Niterói cresceu e hoje sofre com os problemas como de qualquer cidade grande. O trânsito, por exemplo, ficou insuportável. Mas com tudo isso ainda é uma cidade bem agradável e divertida. Selecionei algumas fotos para mostrar um pouco de Niterói. Bem, é isso aí. Espero que vocês gostem. Um abraço.
Alguns trabalhos fotográficos.
Postado em 29 novembro 2011 por admin – Comentários desativadosEstou postando alguns dos meus trabalhos fotográficos. Espero que gostem.
Um abraço.
- Velho casarão em Jurujuba – Niterói
- Velho casarão em Jurujuba – Niterói
- Velho casarão em Jurujuba – Niterói
- Velho casarão em Jurujuba – Niterói
- Parati – RJ
- Parati – RJ
- Reserva Kalunga em Goiás
- Reserva Kalunga em Goiás
- Reserva Kalunga em Goiás
- Reserva Kalunga em Goiás
- Reserva Kalunga em Goiás
- Parati – RJ
- Parati – RJ
- Parati – RJ
Apenas uma coincidência.
Postado em 19 outubro 2011 por admin – Comentários desativadosBoa noite. Vejam a coincidência. Uma foto foi tirada em 1932 e a outra em 2006, ambas da praia de Itacoatiara – Niterói/RJ. Eu estive no mesmo lugar que o Sr. Karl Fischer 74 anos depois. Sorte minha. Abraços.
- Foto tirada em 1932
- Foto tirada em 2006
Folhas
Postado em 10 outubro 2011 por admin – Comentários desativadosOlá! Andando pelo país com uma máquina fotográfica na mão, não faltam motivos para apertar o botão e registrar muitas imagens. Em 2008 eu fui pela segunda vez à Chapada dos Veadeiros em Goiás. Lá, durante a caminhada por uma trilha, eu observei as folhas caídas no chão após serem levadas pelo vento e que pareciam arranjos feitos delicadamente pela natureza. Daí por diante passei a observar esse atrativo fotográfico em todos lugares que eu vou. As fotos expostas são da Chapada dos Veadeiros, e as seis últimas são da praia de Itacoatiara em Niterói. Espero que gostem.
Uma abraço.
Eduardo Rocha
Clique para zoon
Francisco Brennand
Postado em 7 setembro 2011 por admin – Comentários desativadosBom dia!
Eu estava fazendo consultas pela internet para obter algumas informações sobre os pontos turísticos de Recife – PE. Estive em Olinda e em Recife em 1986. Não tenho fotos dessas duas cidades porque eu perdi a minha câmera quando estava em Maceió. Quero voltar lá para fotografar muito, pois eu me lembro bem das belezas de Olinda, da Casa da Cultura de Recife, Porto de Galinhas, Igarassu e o Forte Orange em Itamaracá. Consultando o Google Earth e outros sites, encontrei a Oficina Brennand. O lugar é bonito demais e cheio de obras desse artista. Confesso que sabia muito pouco sobre ele e agora sei um pouco só. Vão aí alguns sites que eu consultei nessa pesquisa. Vocês vão gostar.
http://www.ceramicanorio.com/valeapenaconhecer/BRENNAND/brennand.html Esse site fala sobre Brennand e suas obras.
http://www.brennand.com.br/ Esse site mostra tudo sobre a Oficina e os trabalhos.
9YNnTtvzHNGgtgeYqJWSDQ&ved=0CCMQsAQ
Esse endereço mostra fotos de todo o lugar onde está localizada a oficina.
O Dedo de Deus na Serra dos Órgãos – Teresópolis – RJ
Postado em 5 setembro 2011 por admin – Comentários desativadosSalve! Já passei por esse lugar muitas vezes, mas dessa vez o dia estava perfeito, então fotografei bastante. A estrada para Teresópolis é muito boa e cheia de belas paisagens. Essas formações de pedra são imponentes e cheia de formas variadas. Dependendo do dia, se consegue ver até a Baia da Guanabara. É uma maravilha da natureza.
Um abraço! Eduardo Rocha
Porto Seguro – Terra Mater do Brasil
Postado em 21 agosto 2011 por admin – 2 ComentáriosComo vão?
Demorei muito para publicar esse post aqui no Papos Abertos porque eu não tinha certeza de que maneira eu iria falar sobre esse lugar tão especial pra mim e para o país. Resolvi, então, escrever de modo crítico e saudosista.
Bem, conheci Porto Seguro em 1986. A partir daí eu voltei por lá umas 11 vezes. Muita coisa mudou até os dias de hoje. Sinto falta das primeiras vezes que fui lá, pois as coisas eram mais naturais e mais rústicas. Eram poucas pousadas, poucos restaurantes, mas se curtia muito mais a vida lenta dessa cidade.
A passarela do álcool (lugar dos restaurantes e bares) era bem mais integrada com a cidade e com os turistas. As barracas das praias (restaurantes a beira mar) tinham cobertura de piaçava e as cadeiras e mesas eram feitas de madeira. Hoje se vê muito, mesas e cadeiras de plástico e cheias de propaganda na maioria dessas barracas.
Chegou a lambada e a pasteurização da música bahiana. O período da lambada foi legal, pois estava no início de rítmo regido pelo Beto Barbosa. Depois disso foram as lambadas aeróbicas e as mesmas músicas de sucesso do Axé que eram tocadas em quase todos os lugares que se ía. Não dava para aguentar.
O aeroporto aumentou a sua capacidade para jatos e aí chegaram as grandes promoções das agências de turismo, exigindo a construção desenfreada de hotéis e pousadas. Os restaurantes perderam suas características regionais. Entraram os restaurantes de comida por quilo. O número de turistas aumentou e a cidade ficou acelerada. É uma pena.
Conheci e fiz amigos lá. São pessoas incríveis. Fiquei hospedado na mesma pousada (do Cais) umas sete vezes . O tratamento sempre foi maravilhoso. Essa pousada ficava bem no meio da passarela do álcool. Tomávamos umas biritas no Tarrafa´s, comíamos um crepe quatro casas depois. A comida simples que era servida em pequenos restaurantes improvisados em garagens, era fantástica. Lembro-me do restaurante Prima Dona que ficava perto da saída das balsas e que oferecia uma massa sensacional. O Sambuca resiste até hoje e ainda tem uma comida legal, além de ótima música.
Eu me sentia em casa, pois as ofertas eram suficientes para a quantidade não muito grande de visitantes e acabávamos conhecendo muita gente. Era bom demais! A sensação era de estar em família. Eu dirigia 1200km super satisfeito. Quando eu chegava a Eunápolis e pegava a estrada com 63 km até Porto, eu me sentia chegando ao paraíso.
Infelizmente as agências de turismo invadiram a cidade com suas excursões promocionais. Todo mundo se interessou apenas em ganhar dinheiro, sem se preocupar com os efeitos do crescimento iminente e sem muito planejamento. Se um turista comprasse um pacote para uma determinada semana e se nessa semana não fizesse sol, isso não importava muito. Os investidores já estavam satisfeitos, pois o turista já tinha pago e só iria embora no dia marcado pela excursão.
Porto Seguro é um lugar com belas praias, mas também com muitos atrativos históricos, é claro. Muitas vezes eu imaginava outros atrativos turísticos que eu gostaria de ver e curtir na cidade, se existisse. Sendo a terra mater do Brasil e cheia de índios, eu achava que seria interessante ter com certa frequência, o passeio do descobrimento e a encenação da primeira missa rezada em solo brasileiro, por exemplo. Acho que isso não interessava. O negócio era construir pousadas, restaurantes, shoppings e ganhar muita grana.
O tempo passou e a cidade perdeu as características que a diferenciava de qualquer outro lugar, pois foi ali que o Brasil foi descoberto. Voltei lá em 2009. A cidade continua agradável, apesar das agressões que sofreu. A passarela do álcool ficou legal e bem urbanizada e a cidade histórica ganhou cores e mais informações. Muitas mudanças realmente foram necessárias, mas certas características deveriam ter sido preservadas.
Isso que aconteceu em Porto Seguro, também aconteceu em vários lugares que tiveram as suas potencialidades turísticas mal exploradas. É importante que aja investimento externo, mas a cidade deve ser preservada mantendo as suas características nativas regionais, como: sotaque e vocabulário, culinária, dança, música, festas, artesanato e outras.
Vale a pena conferir Porto Seguro, com certeza. Tenho fotos dessa época, mas não estão digitalizadas. Pretendo em breve fazer um trabalho para digitalizá-las e em seguida fazer uma nova postagem. Exponho agora fotos tiradas em 2006 e 2009.
Um abraço.
Eduardo Rocha Twitter @paposabertos
Curtam as fotos.
Siro Darlan: ‘Do insulto à injúria’
Postado em 16 agosto 2011 por admin – Comentários desativadosSiro Darlan é desembargador da 7ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Rio.
“Pouco mais de 24 horas se passaram desde que a juíza Patrícia Lourival Acioli foi chacinada. Quando se pensava que a covardia desse ato ficaria restrita a ele próprio — um insulto em forma de cusparada de sangue na cara do País —, se vê a ele somada a injúria da empáfia das autoridades públicas, especialmente as do Judiciário do Estado do Rio de Janeiro.
O atual presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro se apressa em justificar o injustificável: o motivo para uma juíza que até as paredes do Fórum de São Gonçalo sabiam ameaçada de morte estar completamente à mercê de seus matadores é singelo: ela não requisitara proteção, por ofício. Não obstante, sem ofício, ou melhor, de ofício, sua segurança, conforme avaliação (feita por quem? com base em que critérios?) do próprio tribunal, havia minguado na proporção inversa do perigo a que a juíza diariamente se via submetida. Fica, assim, solucionado o crime: Patrícia cometeu suicídio. Foi atingida por si mesma, 21 vezes, vítima de sua caneta perdida, que se encontrava a desperdiçar tempo mandando para a cadeia milicianos e todo tipo de escória que cresce à sombra do Estado, de sua corrupção e de sua inoperância.
Patrícia era uma incompetente, uma servidora pública incapaz de fazer um ofício! Não é isso que o senhor quer dizer, Presidente?
Que vergonha, Exa.! Por que no te callas? Melhor: renuncie ao seu cargo. No mínimo será muito difícil seguir à frente do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, com a morte de Patrícia em suas costas. Ela está agarrada ao seu corpo e ao do seu antecessor, como uma chaga pestilenta. Sua permanência no ambiente dá asco e ânsia de vômito.
Qualquer pessoa que assistisse ao noticiário televisivo, que lesse jornal ou que tivesse acesso a algum outro veículo de imprensa nacional tinha conhecimento da situação de Patrícia e de que sua vida estava em risco. Não a Presidência do TJRJ. Segundo palavras do ex-presidente daquele órgão, seu único contato com a juíza se deu numa ocasião em que esta por ele foi chamada para prestar esclarecimentos a respeito de um entrevero que tivera com um namorado. O fato chegou às folhas e S. Exa., o então Chefe do Judiciário, se sentia no dever de agir logo, chamando às falas (sem ofício) a subordinada que colocava em xeque a imagem do Poder por ele gerido. Mas, para proteger a vida de Patrícia – ah, aí é querer muito! — era fundamental um ofício! E fico a pensar: em quantas vias? 21? As cópias deveriam ser em carbono azul ou seria possível usar um modelo vermelho sangue?
Era necessário que a magistrada juntasse ao expediente um mapa com a localização do Fórum de São Gonçalo, talvez? Ou um comprovante de residência? Atestado de bons antecedentes? Declaração dos futuros assassinos afirmando que a ameaça era real (a lista encontrada com o ‘Gordinho’ não tinha firma reconhecida, nem era autenticada, afinal).
Não tentem ler a minha mente, sem antes chamar um exorcista. Magistrados de primeira instância, uni-vos! Vossa integridade física está à mercê da fortuna. Vossa vida a depender de uma folha de papel. Vossas famílias nas mãos de mentecaptos. Marginais e milicianos em geral devem estar com a dentadura escancarada num esgar de romance policial. Bastaram duas motos, dois carros, um bando de vermes, 21 tiros e poucos segundos para derrubar o castelo de cartas que era a imagem da Justiça no Estado do Rio. Com tão pouco se revelou a podridão de um reino de faz-de-conta, o que contrasta com o quanto foi necessário para liquidar uma mulher só.
Um Poder sem força, sem visão, sem preparo; um setor do serviço público que se transformou, em verdade, numa grande empreiteira; quando não em um balcão de negócios (quebre-se o silêncio!). É inacreditável que a mais alta autoridade judicial do Estado sequer ruborize ao dizer que a proteção de uma juíza comprovadamente listada como alvo da milícia dependia de um pedido escrito. A declaração do magistrado-mor revela aos interessados em seguir matando juízes que o “Poder” por ele administrado não tem a menor ideia da realidade enfrentada pelos julgadores de primeira instância. Precisa ser provocado, cutucado, instado. O pleito de auxílio aos que dele carecem deve passar por um processo, um crivo que, como se viu, é muito eficiente, se o resultado perseguido for a eliminação daquele que precisa ser protegido. O Judiciário não realiza, por sua conta, qualquer controle, não mantém investigação permanente, não monitora seus inimigos: é um Poder-banana.
Os juízes de direito, de agora em diante, se transformaram na versão nacional do dead man walking (expressão gritada pelos guardas quando acompanham os sentenciados até o local da execução, nos presídios com corredor-da-morte, nos EUA). Os próximos serão os promotores, os delegados de polícia (os agentes penitenciários já são eliminados de há muito, assim como os jornalistas), os homens de confiança do Secretário de Segurança e este mesmo. Governador, tremei. Quem há-de impedir que isso ocorra?
A temporada de caça está aberta. A porta do Judiciário era sem trinco e agora não adianta colocá-lo. Tarde demais. Até que a Justiça se mova e organize um sistema de autodefesa pró-ativo (e não movido à base de papeluchos), muitos perderão a vida. O crime não precisa se organizar. Basta conhecer o endereço do juiz, discando 102.
Pior: doravante, será mais do que suficiente um olhar de soslaio do réu para que o juiz assine — trêmulo, mas de pronto — o alvará de soltura. Eu, no lugar de qualquer deles, assinaria. Você não? Bem-vindos à terra sem lei, sem vergonha e sem senso de ridículo.
Não se esqueçam de Patrícia Acioli!”
O desembargador Siro Darlan enviou artigo ao DIA no fim de semana criticando a chefia do Tribunal de Justiça do Rio na proteção à juíza Patrícia Acioli
15/08/2011 às 08h46m
De:http://odia.terra.com.br/portal/rio/html/2011/8/siro_darlan_do_insulto_a_injuria_184850.ht
O bairro de Santa Teresa no Rio de Janeiro.
Postado em 2 agosto 2011 por admin – 1 ComentárioO que dizer do Bairro de Santa Teresa?
Bem, eu teria que pesquisar e escrever muitas coisas, mas sei que lá tem bondes antigos, trilhos nas ruas, bares, restaurantes, cafeterias, lojas de artesanato, museus, igrejas, convento, centros culturais, artistas em seus ateliês, arquitetura variada, cores, arte de grafiteiros, turistas, música e muitos cenários fotográficos.
Quer mais? Só indo lá e passear por suas ruas e ladeiras.
Para quem gosta de fotografia, que é o meu caso, esse bairro bucólico e charmoso garante imagens incríveis.
Quero voltar lá e fotografar muito mais.
Site sugerido – http://www.rioguiaoficial.com.br/
Vejam algumas fotos.
Um abraço – Eduardo Rocha
Búzios em 2003, 04, 05 e 07.
Postado em 15 julho 2011 por admin – 1 ComentárioBoa noite!
Pois é, juntei as minhas fotos antigas de Búzios e resolvi abrir mais um post aqui no “PaposAbertos”. Há muito tempo eu frequento essa cidade e nesse período eu acompanho suas novas versões. Muita coisa muda a cada ano. É claro que dá saudade do tempo em que a Rua das Pedras era repleta de bares com música ao vivo. Hoje, muitos desses antigos estabelecimentos deram lugar a shoppings muito bem planejados. Neles encontramos boas lojas, cafés, galerias de arte, etc. Sempre sou surpreendido cada vez que volto lá. Existem ainda bons lugares para se curtir uma boa música ao vivo e ótimos restaurantes. A cidade realmente tem muitos atrativos. O caminho Bardot é especialmente bonito e as praias de Búzios dispensam comentários. Pretendo voltar lá ainda este ano para atualizar o meu acervo fotográfico sobre essa cidade e em seguida fazer uma nova postagem. Não tem porque não voltar sempre. Pretendo também fotografar Cabo Frio, Barra de São João e Rio das Ostras. Aguardem!
Em função da data das fotos, muitos estabelecimentos não existem mais e a arquitetura e paisagismo podem ter sido modificados. Talvez o cachorro esteja muito velho e não consiga mais entrar no barco, o menino na Praia da Ferradura já seja adolescente e o navio tenha ido e voltado algumas vezes. É para matar a saudade.
Um abraço. Eduardo Rocha
Clique para zoom.
Apenas um passeio de bicicleta.
Postado em 17 junho 2011 por admin – 1 ComentárioBom dia!
Eu e meu irmão demos uma volta de bicicleta hoje pela manhã. Fomos pela orla da praia de São Francisco e Charitas, aqui em Niterói. O sol aparece e todos saem para curtir o dia. Aí estão algumas fotos para vocês. Abraços.
Eduardo Rocha (17/06/2011)
Clique para zoom
As ondas em Itacoatiara – RJ
Postado em 10 maio 2011 por admin – Comentários desativadosNo dia 8 do mês de maio de 2011, domingo dia das mães, as ondas estavam fortes em Itacoatiara. Estava bonito de ser ver. O mar não estava para peixe e nem para surfista.
Curtam as fotos.
Eduardo Rocha.
Mário Cortella – Sabe com quem você está falando?
Postado em 28 abril 2011 por admin – Comentários desativadosMe mandaram pela rede e eu achei legal. É uma palestra feita em 2007 para uma empresa estatal. A resposta para a pergunta é muito boa. Vejam o vídeo.
Clique e assista.






















































































































































































































































































































































































































